sábado, 18 de outubro de 2008

VIAGEM PARA O PROGRAMA ALTAS HORAS

VIAGEM PARA O PROGRAMA ALTAS HORAS O Centro Acadêmico João do Rio (CAJOR) em parceria com a Unibrasil realiza no dia 29/10 uma viagem aos estúdios do programa Altas Horas, em São Paulo. O ônibus sairá de Ponta Grossa às 21h do dia 28 para Curitiba, onde se reunirá com os alunos da Unibrasil. Itinerário:Saída às 00:00 do dia 29/10 - chegada em São Paulo prevista 8:00 8:00 - Parada na Estação da Luz - Tempo livre para visitação da Picanoteca ou do Museu da Língua Portuguesa 12:00 - Saída da Estação da Luz para a Rede Globo (almoço por conta de cada um) 13:30 - Chegada a Rede Globo 15:00 - 19:00 - Gravação do Altas Horas - será sevido um lanche no final do programa para os participantes 20:00 - Saída de São Paulo para Curitiba 2:00 - horário provável de chegada a Curitiba Preço: R$70 (R$35 pagos na segunda-feira (20/10) para confirmação e R$35 pagos até sexta-feira, dia 24) Todos os participantes do grupo deverão ter idade entre 18 e 26 anos

segunda-feira, 30 de junho de 2008

Recorde lamentável

De acordo com a revista veja do dia 11 de junho de 2006, na matéria “Muita retórica, pouca ação”, mostra um panorama de como foi abordada a questão do desmatamento da Amazônia durante o governo Lula. Segundo a matéria, durante os três últimos anos do governo atual essa questão foi tão alardeada como em governos anteriores. De fato, a sociedade em geral passou a dar mais valor na floresta amazônica.
Os meses de julho a setembro são considerados os meses em que o índice de desmatamento mais cresce, pelo fato de que é um período de escassez de chuva, crescendo as chances de queimadas. A estimativa é de que até setembro, 20 mil quilômetros quadrados podem ser desmatados, índice que pode ser considerado um recorde até então. Número que no qual não devemos ter orgulho de lembrar, pois a cada ano que passa esse índice cresce cada vez mais. Mesmo assim, o governo federal não toma atitudes para conter esse desmatamento desenfreado, em muitos casos acaba até incentivando ao promover a grande produção agrícola e agropecuária no Brasil.
Já passou do momento, do governo criar políticas de desenvolvimento econômico sustentáveis, pois se não houver alguma atitude, esse recorde irá crescer a cada ano que passa, até chegar o ponto de não ter como mais “comemorar” esse recorde, por não ter mais nenhuma floresta para desmatar.

sábado, 21 de junho de 2008

Conseqüências drasticas

Não é novidade para ninguém que o aquecimento global é causado devido à emissão de gases poluentes na atmosfera. E uma das suas conseqüências é o derretimento das geleiras. De acordo com o jornal Folha de S. Paulo, um estudo realizado com o gelo da Groenlândia localizado entre 1.452 e 1.642 metros de profundidade, indica que desde o fim da ultima era glacial, a temperatura aumentou cerca de 10 °C de um ano para o outro. O aumento acelerado da tempera causada pelo feito estufa, faz com que as geleiras derretam cada vez mais rápido. Assim, se desde o fim da era glacial, cada ano que passa a temperatura aumenta 10°C, com o efeito estufa isso tende a piorar drasticamente. Muito se discute sobre a emissão dos gases poluentes na atmosfera entre os paises, mas nada é feito de concreto, apenas alguns tratados e políticas que não saem do papel. Uma vez que, países como Estados Unidos, não adquirem a redução da emissão de gazes poluentes. É necessário tomar medidas mais enérgicas para a contenção da produção de gases poluentes desses paises, não ficando apenas no papel. Pois se os países não tomarem atitudes que resolvam ou amenizem esse problema que é efeito estufa, as conseqüências serão drásticas e irreversíveis.

Brasileiro vence prêmio ambiental internacional

O Brasil nunca tem dinheiro para investir, está sempre atrasado quando se trata de inovações tecnológicas e dificilmente ajuda pesquisadores e estudantes em suas pesquisas. No máximo há oferta de bolsa de pesquisa. Mas já adianto que mal dá para sobreviver (isso quando há a bolsa).
Mas não foi essa falta de incentivo e reconhecimento que impossibilitou que o Brasil conseguisse ganhar espaço internacional quando se fala de gênios da inteligência que “bolam” projetos espantosos que podem, por exemplo, ser a saída para muitos problemas ambientais.
O físico José Goldemberg, do Instituto de Eletrotécnica e Energia da USP, é um dos ganhadores deste ano do Blue Planet Prize, um dos principais prêmios concedidos aos que lutam pela causa ambiental no mundo. Suas contribuições foram importantes na formulação e implementação de muitas políticas associadas ao melhoramento no uso e na conservação de energia.
Da mesma forma que Goldemberg, outros pesquisadores na área ambiental, também possuem projetos e pesquisas que podem ser motivo para premiações em diversos espaços oferecidos no mundo todo, além de grandes possibilidades de mudar o cenário do aquecimento global, falta de água, energia, etc. Só falta um pouco mais de colaboração por parte do poder público em investir nesses trabalhos, pois interesse inteligência e competência estudantes, pesquisadores e cientistas têm de monte.
Fontes: www.ambientebrasil.com.br / www.unesc.rct-sc.br

terça-feira, 10 de junho de 2008

Visão de quem entende

Em quase um mês depois de deixar a pasta do meio ambiente, a ex-ministra do Meio Ambiente Marina Silva, passou a participar do grupo de colunistas da Folha de São Paulo. A senadora é reconhecida pela luta sobre as questões ambientais no país, que durante o seu período como Ministra do Meio Ambiente, enfrentou vários conflitos com as obras do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC), do Governo Federal. Em entrevista ao grupo Folha, Marina Silva coloca que em sua coluna vai falar sobre assuntos ligados ao desenvolvimento sustentável. No entanto, “não será uma coluna monotemática”, afirma. Na sua primeira coluna “Em legítima defesa”, a colunista Marina Silva, aborda questões gerias sobre as legislações ambientais atuais e como o Estado brasileiro vem tratando os assuntos que referem ao meio ambiente e principalmente a floresta Amazônica. De fato a visão de Marina Silva será muito importante, não só por ter passado cinco anos como Ministra do Meio Ambiente, mas também a visão de uma pessoa que se preocupa com as causas ambientais.

segunda-feira, 9 de junho de 2008

Protesto criativo

Ambientalistas fizeram um protesto em frente a sede do Governo do Estado do Piauí, Palácio de Karnak. O protesto era uma Via Sacra ecológica com a crucificação do meio ambiente. Havia cruzes erguidas na frente do palácio e um jovem na cor verde na cruz central com um cartaz nas mãos trazendo a mensagem: “W Dias Pilatos”.
O objetivo do protesto realizado pelos ambientalistas era mostrar a indignação com relação a destruição do meio ambiente e do estudo que segundo eles vem sendo utilizado pelo governo como sendo do INPE e justificando o que chamam de “desenvolvimento”. O estudo afirma que 90% do cerrado estaria intacto.
Além disso, questionavam a o crescimento excessivo da produção de carvão, da lenha, da soja, mamona, cana e eucalipto. Também se mostraram indignados pela falta de fiscalização por parte dos órgãos do governo.

Multas são válidas?

As multas por crimes ambientais machucam os bolsos dos grandes latifundiários e são mais que valor simbólico? Se elas realmente inibem as ações dos criminosos não dá para afirmar com certeza, afinal muitas vezes se acumulam e demoram anos para serem pagas (se ainda forem pagas). Há até aqueles que entram na justiça para tentar se livrar das dividas com o IBAMA.
A região da Amazônia acumula 80% das multas aplicadas nos últimos dois anos no Brasil, segundo o site Ambiente Brasil. Sendo que o estado que recebeu mais multas foi o Mato grosso, por infrações contra fauna, flora, pesca e por poluição.
Com as discussões continuas sobre a preservação ambiental, houve uma maior fiscalização por parte dos órgãos responsáveis nos últimos anos. Conseqüentemente, os infratores foram multados e muitas vezes receberam espaço na mídia pelo tamanho do problema causado. Contudo, há uma preocupação com relação a efetivação do pagamento. Em muitos casos isso não acontece ou demora anos para acontecer. Enquanto isso os crimes continuam sendo cometidos. Para muitos donos de terras, as multas nem mesmo são sentidas no bolso e para outros nem são pagas.
É preciso que a fiscalização não aconteça apenas na hora em que a multa é efetivada, mas também na verificação se realmente foi paga. Só assim ela pode “ser sentida” pelos grandes proprietários e não passar de um papel sem sentido com se fosse um panfleto. O mínimo para validar esse processo contra crime ambiental é manter um controle na hora do pagamento para que não sejam apenas valores simbólicos que não fizeram diferença para quem deveria pagar e não o fez.